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NOTÍCIAS
12-07-2017
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: O QUE SE SABE.
Com o crescente acesso à informação, surgem habitualmente dúvidas. Beber ou não leite? Comer ou não pão? A cerveja é pior que o vinho? Água às refeições engorda? Afinal, o que está correto?

Com o crescente acesso à informação, surgem habitualmente dúvidas. Beber ou não leite? Comer ou não pão? A cerveja é pior que o vinho? Água às refeições engorda? Afinal, o que está correto?

Num país em que mais de metade da população jovem e adulta tem excesso de peso e obesidade e onde as taxas de incidência de doenças cardiovasculares não parecem diminuir, muitos são ainda os erros alimentares cometidos. Muitos por ignorância, outros por desleixo, as escolhas alimentares estão frequentemente aquém do recomendado. Em 2016 foi apresentada pelo Departamento de Saúde Pública Americano a nova pirâmide alimentar, livre das pressões da indústria alimentar e baseada nas descobertas científicas mais recentes.

Nesta nova representação, a base assenta na prática de atividade física, onde os 20 minutos diários preconizados são, em Portugal, facilmente abandonados. Os seguintes patamares recomendam a ingestão de cereais integrais, ao invés de refinados, como o pão branco; o consumo variado de vegetais e fruta, seja sob a sua forma original ou confecionados; e a ingestão de carnes brancas, peixe e ovos, ao invés do elevado consumo de carnes vermelhas como a vaca e o porco (não esquecendo os tão apreciados enchidos). Os lacticínios como o leite, os iogurtes e o queijo, devem ser ingeridos pontualmente ao longo do dia e devemos optar pelas opções isentas de adição de açúcar e de redução da matéria gorda. É ainda recomendada a ingestão de oleaginosas como as amêndoas e as nozes ao natural, a utilização do azeite para cozinhar e temperar os alimentos, sempre associado à utilização de ervas aromáticas de modo a reduzir o consumo de sal, que continua excessivo em Portugal.

Então e as bebidas alcoólicas? Se um copo de vinho faz bem à saúde, três então irão triplicar o efeito! De facto, parecem haver benefícios no consumo de vinho tinto, no entanto, apenas em baixas quantidades: 1 copo de 20 cl para as mulheres e dois para os homens, sendo estas quantidades recomendações diárias.

De lado deverá ficar o consumo de produtos refinados e de pastelaria, o açúcar de pacote, as carnes vermelhas, os refrigerantes e sumos de fruta de compra entre outros tantos alimentos que adotámos da cultura americana e que nenhum benefício nos trouxe.

Relembro que as boas escolhas alimentares devem ser sempre acompanhadas de atividade física diária.

NUTRICIONISTA CHMT – Joana Gonçalves

29-06-2017
Acidente Vascular Cerebral em Debate
Internos debatem Acidente Vascular Cerebral

As IV Mini Jornadas de Primavera do Internato Médico do Centro Hospitalar do Médio Tejo que decorreram na Unidade Hospitalar de Torres Novas versaram sobre o tema “Acidente Vascular Cerebral”.

 

Tratamento da Reperfusão do AVC Isquémico Agudo, apresentado por  José Coelho, Interno de Neurologia, Unidade de AVC do CHUC, abriu as intervenções que seguiram depois por outras vertentes do tema em discussão, o AVC.

 

Também da Unidade do AVC do Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra foram apresentados os seguintes temas: Seleção Imagiológica de Doentes com AVC Isquémico Agudo, Trombectomia, por Mariana Batista - Interna de Neuroradiologia, Otimização Hemodinâmica na Fase Aguda do AVC Isquémico, por João Sargento Freitas - Coordenador da Unidade de AVC e Indicações Neurocirúrgicas da Doença Cerebrovascular, por João Santiago - Interno de Neurocirurgia.

 

Rita Valério Alves - Interna do Serviço de Nefrologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo apresentou o tema AVC com Etiologia Inesperada e Cláudia Rodrigues, Interna do Serviço de Pediatria do CHMT, falou sobre o AVC Neonatal.

AVC no Adulto Jovem, pela interna Joana Alfaiate do Serviço de Medicina Interna do CHMT e O ABC do AVC, apresentado por João Coelho - Interno do Ano Comum do CHMT  fecharam a apresentação dos trabalhos nesta manhã de Jornadas do Internato Médico do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Uma manhã de debate interessado e muito participado com destaque para a diversidade das questões que estiveram em análise pelos internos participantes nestas jornadas.

28-06-2017
Sónia Martins terminou especialidade de Medicina Interna com 19,7 valores
São “o desejo e a vontade de poder ajudar as outras pessoas” que a fazem vir trabalhar todos os dias.

São “o desejo e a vontade de poder ajudar as outras pessoas” que a fazem vir trabalhar todos os dias. Sónia Martins, que terminou a especialidade de Medicina Interna com 19,7 valores, assume sentir-se privilegiada: “Faço o que gosto, no sítio que gosto e por isso sou uma afortunada, não tenho qualquer dúvida”.

 

Sónia Martins fez todo o percurso escolar em Torres Novas, para onde veio morar aos 5 anos de idade. A vocação para ser médica surgiu por volta do segundo ciclo. “Gostava muito de medicina, do corpo Humano. Com o passar dos anos o gosto por esta área ficou mais pronunciado e percebi que era este o meu objetivo”, recorda a agora especialista em Medicina Interna.

“Entrei para a faculdade, para medicina, mas sempre disse que queria voltar para Torres Novas, para junto da família e para ajudar as pessoas que me são mais próximas, as pessoas que eu conheço”, conta Sónia Martins que desde sempre teve um envolvimento grande na comunidade.

“Estive envolvida numa coletividade da terra, na parte do desporto e muitas vezes as pessoas mesmo quando andava a estudar me pediam opinião e perguntavam coisas”.

Fez o curso na Faculdade de Medicina de Lisboa e ainda durante a formação inicial fez um estágio voluntário no serviço de Medicina Interna, na Unidade Hospitalar de Torres Novas.

 “Na altura de escolher o ano comum escolhi que vinha para aqui, para Torres Novas. Tinha a ideia de seguir Pediatria mas, na decorrer do ano comum, gostei muito da Medicina Interna”.

A preferência pela Medicina Interna vem porque gosta de áreas mais abrangentes, mais polivalentes. “Ver o doente como um todo, permite uma abordagem global da pessoa. Permite-nos tratar de praticamente tudo, nós só não operamos, basicamente”, refere Sónia Martins acrescentando existirem “muitos doentes que são seguidos em várias áreas e a nossa especialidade permite-nos conjugar e interpretar todas as situações”.

Terminado o internato chegou o momento do exame da especialidade e também aqui Sónia Martins fez o melhor que sabia.

“Gosto de ter objetivos mas, mesmo quando não tenho, faço sempre o meu melhor. A nota é importante mas eu não me preocupei tanto com a nota mas em fazer o melhor que podia e sabia”.

O resultado veio por acréscimo:19,7 no exame da especialidade.

Terminada esta etapa Sónia Martins confessa que “gostava muito de ficar em Torres Novas por motivos familiares e conhecer bem os cantos à casa e os colegas da equipa, enfermeiros e auxiliares, que me tem acompanhado em todo o meu percurso, ajuda muito. É desafiante estar aqui. Quem decidir ficar pode progredir mais rapidamente na carreira. Poder lançar um projeto, acompanhá-lo e vê-lo crescer é aliciante”, afirma, apesar dos muitos convites que teve de outros hospitais, convites esses que se concretizaram sobretudo depois da brilhante nota no exame da especialidade.

No seu futuro vê-se como “internista da casa, a ver doentes, a trabalhar. Desde que a Medicina Interna regressou à Unidade hospitalar de Torres Novas que me sinto mais parte deste projeto relançado”.

Aos colegas mais novos deixa uma mensagem e sublinha que “não é só nos grandes hospitais que se formam bons profissionais. Nós aqui temos uma boa equipa de trabalho, não é por acaso que saímos agora 4 especialistas com sucesso: eu tive 19,7 mas outro meu colega teve 19,6, outra acima de 18. Não é por acaso que os colegas que saem daqui são requisitados por outros serviços. Significa que são bons profissionais e que estão bem formados. O CHMT é uma casa que forma bem os seus internos e é um local que os colegas podem escolher pois aqui existe potencial para trabalhar e desenvolver projetos”, concluí Sónia Martins.

12-06-2017
Alegria do Nariz Vermelho na pediatria
Integrado nas atividades do Dia do Nariz Vermelho, o Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do Medio Tejo recebeu a visita de um grupo de alunos do 4º ano do Centro Escolar da Meia Via


Integrado nas atividades do Dia do Nariz Vermelho, o Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do Medio Tejo recebeu a visita de um grupo de alunos do 4º ano do Centro Escolar da Meia Via - Agrupamento de Escolas Artur Gonçalves e do curso de Animação Sociocultural da Escola Profissional de Torres Novas que apresentaram a “Mensagem da alegria”.

Um momento diferente e especial proporcionado às crianças internadas e às que se encontravam para consulta, no Serviço de Pediatria da Unidade Hospitalar do Médio Tejo.


A mensagem de alegria e esperança do Nariz Vermelho chegou dia 12 de Junho e foi passada em momentos animados e de boa disposição. Os mais pequenos protagonizaram um momento musical, com canções e instrumental de flautas.

Os alunos mais crescidos dinamizaram um pequeno atelier de balões moldáveis e pinturas faciais.

No final ficaram os sorrisos de uma iniciativa que trouxe a “Mensagem da Alegria - Dia do Nariz Vermelho” às crianças do CHMT.

01-06-2017
Dia Mundial da Criança
Jogos de família, este foi o mote para a festa da criança esta tarde na Unidade hospitalar de Torres Novas, do CHMT.


Jogos de família, este foi o mote para a festa da criança esta tarde na Unidade hospitalar de Torres Novas, do CHMT.

Um Jogo da Glória gigante, pinturas, histórias, o hospital dos mais pequenos e muita animação trazida pelas meninas e meninos do Jardim de Infância S. Pedro, de Torres Novas, preencheram a celebração do Dia Mundial da Criança no CHMT.

As crianças entraram na “Terra do Nunca” com personagens bem conhecidas e músicas de encantar.

No final, e depois do lanchinho e do bolo, a já tradicional peça de teatro oferecida pela Casa de Pessoal da Unidade Hospitalar de Torres Novas, aos filhos dos funcionários.

Governo de Portugal, Ministério da Saúde