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NOTÍCIAS
25-10-2016
Reabertura do internamento da Medicina Interna em Tomar
Regressou à Unidade hospitalar de Tomar valência de internamento do Serviço de Medicina Interna

Regressou à Unidade hospitalar de Tomar valência de internamento do Serviço de Medicina Interna, uma enfermaria com 22 camas, com possibilidade de alargar às 26 camas. O Senhor Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, presidiu à cerimónia desta reabertura na Unidade Hospitalar de Tomar, do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Depois da visita às instalações, o Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, registou com agrado “o brilho nos olhos dos colaboradores tão dedicados”, acrescentando que “só é possível atrair pessoal médico para estes hospitais fazendo aquilo que este Centro está a fazer, que é trabalhando o prestígio, a reputação e a qualidade do ambiente interno entre as pessoas”.

Carlos Andrade, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, abriu a sessão oficial afirmando ser este um dia que “ficará associado aos momentos felizes do Centro Hospitalar do Médio Tejo. O retorno da capacidade de internamento da Medicina Interna a esta Unidade Hospitalar era um desejo que este Conselho de Administração sempre reconheceu como legítimo e necessário”.

Carlos Andrade dirigindo-se ao Ministro da Saúde sublinhou a ambição do CHMT: “Senhor Ministro, o Centro Hospitalar do Médio Tejo tornou-se numa Casa ambiciosa. Tem projetos. Tem e como sempre teve, comprovadas competências clínicas. Tem uma crescente afirmação regional que vai para além do seu próprio Distrito. Tem hoje profissionais que querem regressar. Tem hoje profissionais que se querem juntar a nós”.

O presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo apresentou o momento do CHMT destacando a evolução dos últimos anos: “Hoje lideramos a prestação de cuidados de saúde hospitalares no distrito. Lideramos dentro de um quadro de equilíbrio económico-financeiro, com custos controlados. Com crescimento significativo da atividade assistencial. Com uma capacidade cirúrgica instalada que ninguém nos perdoará se não soubermos rentabilizar e dessa forma manter no Serviço Nacional de Saúde os cirurgiões de que dispõe o distrito, num cenário de crescente dinamismo da resposta privada hospitalar, que se regista atualmente na área geográfica da Lezíria”.

Carlos Andrade realçou ainda o empenho e o apoio que tem recebido da tutela afirmando ser “este o momento para e em nome de todos expressar público agradecimento pelo apoio que temos recebido. Sem esse apoio tudo seria bem mais penoso ou mesmo impossível. E neste agradecimento coletivo de quem trabalha no CHMT, permita-me que evoque a renovação tecnológica de equipamentos diretamente ligados às funções de diagnóstico e de terapêutica”, apresentando de seguida os projetos a concretizar num futuro próximo, nomeadamente “um programa de reequipamento que em 2017 será acelerado com a instalação de um aparelho de TAC, na Unidade Hospitalar de Tomar".

Rosa de Matos, presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, congratulou-se com o regresso da Medicina Interna à Unidade de Tomar: “este retorno da Medicina Interna a Tomar traduz princípios fundamentais de políticas concretas respondendo às necessidades concretas das pessoas. Com o regresso desta especialidade estamos a responder a uma necessidade sentida e expressa por esta população”, afirmou a presidente da ARS-LVT.

Adalberto Campos Fernandes iniciou a sua intervenção referindo o facto inédito da “manifestação formal de reivindicação” para que um Conselho de Administração continuasse a exercer funções, como aconteceu por parte da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo, que pediu a renovação do mandato da atual administração. “Isto é um sinal ou um sintoma de que o mundo está a mudar ou estamos a entrar num domínio em que as cumplicidades importam mais que as diferenças políticas, ideológicas, profissionais, e esta região do país, que foi durante tanto tempo martirizada por divisões, tensões, incompreensões, que tanta vez pôs este Centro Hospitalar nas notícias pelas piores razões, tem hoje motivos para celebrar um momento de viragem”, disse o Ministro da Saúde.

O Ministro da Saúde referiu  a importância da relação com as Forças Armadas, pela existência na região de várias infraestruturas da Defesa e saudou os contributos do presidente do Conselho Consultivo, o General Luís Valença Pinto.

O Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, manifestou disponibilidade para regressar ao Centro Hospitalar do Médio Tejo, nomeadamente por altura da instalação de um novo equipamento de TAC, nesta Unidade Hospitalar do CHMT, que está prevista para o próximo ano.

Governo de Portugal, Ministério da Saúde